domingo, 13 de dezembro de 2009

voltando a lugar nenhum;

Foi irônico. Retornamos aquele lugar, sem querer, mas inevitavelmente estávamos lá, depois de todo esse tempo. Foi um suspiro longo, transbordando todo o peso da situação, os pensamentos distantes e a cabeça baixa. Sabíamos onde estávamos, sabíamos o que aquilo significava, e talvez signifique. Hoje nada mais que uma lembrança boa de um tempo passado, já acabou. Talvez teu ombro sinta falta da minha cabeça escorada nele, minhas mãos percebem a ausência das suas. Nada modifica, as lembranças estão todas ali por mais que se tente disfarçar, e as feridas estão ali também, curadas ou não. Foram mais que sorrisos e pessoas passando, desde velhos, crianças e cachorros. Abraços jogados numa lata de lixo, e restou uma pitada de amargura nas viíimas. Quem estava ali me via andando. É, eu andava disperça, tentando encontrar dentro de mim onde estava toda aquela felicidade boba, mas não consegui encontrar nem a mim, nem a você.

carool s.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

there are no limits...

...for your dreams.


Meu cantinho: Minha primeira vez postanto um texto! :$ Desculpem qualquer erro.

Lembrando que os textos aqui são fictícios e nada baseados nas realidade! :)

E ah, coloquem uma música bem triste e romântica para tocar, acho que vai ajudar.

Vanessa D.


Ela fechou os olhos, ouvindo a música com atenção. Só ela sabia o quanto aquela letra e aqueles acordes significavam para ela. E significavam muito mais agora. Agora que ela a ouvia ao vivo e em um dos dias mais felizes da vida dela. E ela não conseguia parar de se perguntar: seria só coincidência eles estarem tocando aquela música? De tantas músicas, eles haviam escolhido a música dela. Deveria significar alguma coisa. Ela não tinha forças para cantar a música e sentia que cairia no choro se o fizesse. Preferiu continuar calada, apenas ouvindo e tentando acreditar no que acontecia.

A música estava chegando no refrão. Gritos ensurdecedores invadiram seus ouvindos. Algo estava acontecendo e ela não entendia o que, mas não queria abir os olhos. Provavelmente era alguma gracinha que o vocalista havia feito. E isso realmente não a interessava naquele momento. Quando os gritos já começavam a irritar, ela ouviu uma risada. Uma risada diferente da que ela esperava ouvir das pessoas que estavam presente naquele palco. Era a risada. A sua risada favorita. Não, não é possível, eu estou delirando? ela pensou.

O refrão começou, e os gritos se tornaram mais ensurdecedores, mas ela ainda conseguia ouvir a música. E sua pergunta foi respondida. Não, não era um delírio. Ele estava realmente ali e cantando a música dela. A música que descrevia seus sentimentos por ele.

Ela sentiu seus olhos se encherem de água e as pernas fraquejarem. Com o pouco de força que ainda restava nela, segurou-se na grade que a separava do palco, tentando se manter em pé. Eram coisas fatos para assimilar, eram coincidências demais para ser verdade. Ou talvez coincidências demais para não acreditar. Era isso. Aquilo tinha que significar alguma coisa. Eram sinais demais. Aquilo significava alguma coisa.

E então, quando o refrão quase chegava ao final, ela finalmente tomou coragem para abrir seus olhos. Abriu-os lentamente, observando cada parte do palco, até finalmente encontrar ele. Ele estava como ela sempre sonhara, extremamente perto dela, com o cabelo do jeito que ela mais gostava, um sorriso aberto no rosto e os olhos... Olhavam na direção dela. Ao perceber isso, tudo aconteceu ao mesmo tempo. Suas pernas ficaram ainda mais fracas, as mãos tremeram mais ainda, os olhos ficaram ainda mais marejados e o coração bateu ainda mais forte. Sua vista estava tão embaçada que era difícil de vê-lo com clareza. Deixou aquela lágrima cair e engoliu o que restava de choro. Não iria chorar na frente dele. Quando voltou a enxergar direito, ele ainda olhava para ela. Dessa vez, mais precisamente, olhava diretamente em seus olhos. Ele abriu um sorriso ainda maior e a olhou com carinho. Ela retribuiu o sorriso. Aquele era provavelmente o maior e mais sincero sorriso que ela já dera em sua vida. Era, na verdade, o sorriso que ela sempre quisera dar. E ela estava finalmente acreditando. Era assim que tinha que ser, ela não tinha mais dúvidas. Aquele era sim o sorriso amis sincero que ela já dera na vida. E era o sorriso que pertencia a ele, somente a ele.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

gabriela?

oi '-'. meu nome é gabriela werner diehl, tenho 15 anos, fui a segunda pessoa a participar deste blog mentiroso e aqui estou. rs
Nunca gostei de falar da minha pessoa, eu tenho altos e baixos, sabe. uma hora parece que o mundo vai desaba sob a minha cabeça, e outra hora parece que nada poderia estar melhor. é, da medo.
mas eu sou uma pessoa boa. música pra mim vai muito mais além do que coisas fúteis, sou viciadinha por uma banda que virou modinha. mcfly. nao vivo sem chocolate e a warner channel, e simplismente amo meus amigos e afins.
é isso ai, beijos.
Broken Dreams