domingo, 13 de dezembro de 2009

voltando a lugar nenhum;

Foi irônico. Retornamos aquele lugar, sem querer, mas inevitavelmente estávamos lá, depois de todo esse tempo. Foi um suspiro longo, transbordando todo o peso da situação, os pensamentos distantes e a cabeça baixa. Sabíamos onde estávamos, sabíamos o que aquilo significava, e talvez signifique. Hoje nada mais que uma lembrança boa de um tempo passado, já acabou. Talvez teu ombro sinta falta da minha cabeça escorada nele, minhas mãos percebem a ausência das suas. Nada modifica, as lembranças estão todas ali por mais que se tente disfarçar, e as feridas estão ali também, curadas ou não. Foram mais que sorrisos e pessoas passando, desde velhos, crianças e cachorros. Abraços jogados numa lata de lixo, e restou uma pitada de amargura nas viíimas. Quem estava ali me via andando. É, eu andava disperça, tentando encontrar dentro de mim onde estava toda aquela felicidade boba, mas não consegui encontrar nem a mim, nem a você.

carool s.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

there are no limits...

...for your dreams.


Meu cantinho: Minha primeira vez postanto um texto! :$ Desculpem qualquer erro.

Lembrando que os textos aqui são fictícios e nada baseados nas realidade! :)

E ah, coloquem uma música bem triste e romântica para tocar, acho que vai ajudar.

Vanessa D.


Ela fechou os olhos, ouvindo a música com atenção. Só ela sabia o quanto aquela letra e aqueles acordes significavam para ela. E significavam muito mais agora. Agora que ela a ouvia ao vivo e em um dos dias mais felizes da vida dela. E ela não conseguia parar de se perguntar: seria só coincidência eles estarem tocando aquela música? De tantas músicas, eles haviam escolhido a música dela. Deveria significar alguma coisa. Ela não tinha forças para cantar a música e sentia que cairia no choro se o fizesse. Preferiu continuar calada, apenas ouvindo e tentando acreditar no que acontecia.

A música estava chegando no refrão. Gritos ensurdecedores invadiram seus ouvindos. Algo estava acontecendo e ela não entendia o que, mas não queria abir os olhos. Provavelmente era alguma gracinha que o vocalista havia feito. E isso realmente não a interessava naquele momento. Quando os gritos já começavam a irritar, ela ouviu uma risada. Uma risada diferente da que ela esperava ouvir das pessoas que estavam presente naquele palco. Era a risada. A sua risada favorita. Não, não é possível, eu estou delirando? ela pensou.

O refrão começou, e os gritos se tornaram mais ensurdecedores, mas ela ainda conseguia ouvir a música. E sua pergunta foi respondida. Não, não era um delírio. Ele estava realmente ali e cantando a música dela. A música que descrevia seus sentimentos por ele.

Ela sentiu seus olhos se encherem de água e as pernas fraquejarem. Com o pouco de força que ainda restava nela, segurou-se na grade que a separava do palco, tentando se manter em pé. Eram coisas fatos para assimilar, eram coincidências demais para ser verdade. Ou talvez coincidências demais para não acreditar. Era isso. Aquilo tinha que significar alguma coisa. Eram sinais demais. Aquilo significava alguma coisa.

E então, quando o refrão quase chegava ao final, ela finalmente tomou coragem para abrir seus olhos. Abriu-os lentamente, observando cada parte do palco, até finalmente encontrar ele. Ele estava como ela sempre sonhara, extremamente perto dela, com o cabelo do jeito que ela mais gostava, um sorriso aberto no rosto e os olhos... Olhavam na direção dela. Ao perceber isso, tudo aconteceu ao mesmo tempo. Suas pernas ficaram ainda mais fracas, as mãos tremeram mais ainda, os olhos ficaram ainda mais marejados e o coração bateu ainda mais forte. Sua vista estava tão embaçada que era difícil de vê-lo com clareza. Deixou aquela lágrima cair e engoliu o que restava de choro. Não iria chorar na frente dele. Quando voltou a enxergar direito, ele ainda olhava para ela. Dessa vez, mais precisamente, olhava diretamente em seus olhos. Ele abriu um sorriso ainda maior e a olhou com carinho. Ela retribuiu o sorriso. Aquele era provavelmente o maior e mais sincero sorriso que ela já dera em sua vida. Era, na verdade, o sorriso que ela sempre quisera dar. E ela estava finalmente acreditando. Era assim que tinha que ser, ela não tinha mais dúvidas. Aquele era sim o sorriso amis sincero que ela já dera na vida. E era o sorriso que pertencia a ele, somente a ele.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

gabriela?

oi '-'. meu nome é gabriela werner diehl, tenho 15 anos, fui a segunda pessoa a participar deste blog mentiroso e aqui estou. rs
Nunca gostei de falar da minha pessoa, eu tenho altos e baixos, sabe. uma hora parece que o mundo vai desaba sob a minha cabeça, e outra hora parece que nada poderia estar melhor. é, da medo.
mas eu sou uma pessoa boa. música pra mim vai muito mais além do que coisas fúteis, sou viciadinha por uma banda que virou modinha. mcfly. nao vivo sem chocolate e a warner channel, e simplismente amo meus amigos e afins.
é isso ai, beijos.
Broken Dreams

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Platônico

Não me lembro exatamente o dia e o horário de quando te vi pela primeira vez, eu estava junto com as minhas amigas esperando que batesse o sinal de saída do nosso colégio e eu só queria ir para casa. Mas não sei se por instinto ou algum outro motivo qualquer, olhei para o segundo andar e te vi, você parecia um anjo.

Fazia poucas semanas em que eu estava estudando neste novo colégio e ainda não tinha visto alguém como você, minhas amigas comentavam que eu tinha mau gosto e no começo eu até comecei a concordar, eu pensava que nunca iria conseguir me aproximar de você, te achava metido e só andava sozinho, todos os dias quando eu te via nos intervalos eu sorria pra você mas eu juro que ainda não tinha nenhuma intenção maliciosa, ainda...

Até os dias em que começou retribuir o meu sorriso.

Lembro-me de todos os detalhes daquele dia em que comentei de você para a galera da sua sala, eu disse que você era bonito e comecei a fazer mil e uma perguntas sobre a sua vida, mas ninguém te conhecia direito, pois você também era aluno novo e para a minha surpresa, um nerd. Eu pensava que você nunca chegaria perto de uma garota burra e bagundeira como eu, mas as meninas te chamaram e disseram que eu queria te conhecer, fiquei morrendo de vergonha e você também, me lembro bem de seu rosto avermelhado ao dar um beijo no meu rosto enquanto dizia um tímido oi.

Era a nossa primeira conversa, mas eu tagarelava feito uma doida e me surpreendia cada vez mais quando você parecia interessado nas minhas historias. Eu acho que só naquele dia elogiei umas cinco vezes o seu piercing na sobrancelha, eu adorava cada vez mais a idéia de estar fazendo amizade com um nerd descolado.

Depois desse dia quando eu ia sair com as minhas amigas da sua sala, sempre pedia para te chamarem também. Íamos a diversos lugares e confesso que adorava cada vez mais a tua companhia e percebi que você também sentia o mesmo, você já estava mais do que enturmado e eu me apegava cada vez mais em você. No MSN a gente sempre conversava e começamos a perceber que tínhamos muito em comum e isso fazia com que tivéssemos longas conversas, até nossas familias se conheceram e isso tudo pra mim foi mais do que importante.

Mas o tempo foi passando e hoje estou aqui, não gostaria de tê-lo apenas como o meu melhor amigo, eu queria muito mais do que isso e você sabe ou pelo menos desconfia não sei, sempre tive tudo o que eu quis e com a maior impaciência do mundo. Mas no nosso caso eu sinceramente não sei explicar o que acontece, não posso nem ao menos explicar com palavras tudo o que eu sinto e sei que posso esperar o tempo que for até que você seja inteiramente meu e eu sua, pois você sem querer acabou mudando a minha vida e o meu modo de pensar.

Agora eu já não sei mais viver sem os seus conselhos, abraços, carinhos e nossas risadas. Você de uma forma ou de outra acabou entrando e fazendo parte da minha história. Não consigo entender mesmo que eu me esforce, a ligação que temos é de impressionar. É como se eu tivesse lhe dado a minha alma sem desejar nada em troca.

Quando você está aqui o universo conspira a nosso favor, o planeta para de girar, as estrelas brilham mais intensamente assim como a luz dos teus olhos e eu não encontro motivos para chorar, mas quando você se vai, nem que por alguns instantes... Eu não vejo à hora de te encontrar novamente, te abraçar e sentir o cheiro do teu perfume.

Ultimamente andei pensando muito em nós dois, eu sempre disse que nunca iria me apaixonar, eu temia o sofrimento, mas o meu coração parece não obedecer as minhas ordens e ele grita a todo o momento pelo seu nome.

Agora eu sinto que já é tarde demais, mesmo que eu quisesse te esquecer, agora é simplesmente impossível apagar todas as nossas lembranças, todos os nossos momentos felizes e as nossas conversas só com o olhar. Você é a única pessoa no mundo todo que me entende, que sente o que eu sinto e sabe o que eu sei, passei a depender do teu sorriso para viver. Eu só lhe peço pelo amor de Deus que nunca me abandone, pois eu não sei o que seria de mim sem a tua presença, você me faz a garota mais feliz do universo e eu lhe agradeço com todas as forças do meu coração por ser a razão da minha vida, minha força e minha inspiração.

EU TE AMO!


Amores é a primeira vez que eu posto aqui, então se estiver ruim o meu texto peço mil perdões. É mais pra uma declaração não declarada se é que me entendem.
beijos. Jessica M


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Brown eyes.

Meu cantinho: pois bem, hoje vou falar um pouco mais.
Primeiro: nem todos os textos, pelo menos postados por mim, são mentiras.
Pelo menos partes deles realmente aconteceram, ou eu realmente sonhei. E sim, eu considero sonhos reais.
Segundo: Ta, de que adianta ter uma equipe se ninguém posta? Pois bem. Isso é um chamado para as outras gurias. Postem, por favor. Postem seus textos. Mesmo que vocês achem que está ruim, talvez os outros não achem.
Terceiro: eu to numa fase da minha vida onde tudo parece se encaixar. Isso não quer dizer que seja boa. não sei até que ponto isso vai refletir nos textos, mas se vocês notarem uma mudança drástica no meu modo de escrita, não estranhem.

Bem era isso. Acabei escrevendo demais, pra variar.

beijos. Jheii b.
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Eu odeio a confusão dos seus olhos.
Odeio o castanho escuro dos teus olhos que reflete a minha imagem de garota antipática.
Odeio os toques, as palavras, os suspiros.
Odeio o perfume, o sorriso, a atenção.
Odeio sentir tudo isso, e não sentir nada ao mesmo tempo.
Odeio confiar em ti.
Odeio as tuas bandas favoritas, mesmo elas sendo as minhas bandas favoritas.
Odeio falar teu nome, mesmo que eu o fale poucas vezes.
Odeio teus amigos, mesmo eles sendo meus amigos também.
Odeio tudo. Odeio todos.
E não há motivo para isso. Simplesmente odeio.
Fácil entender, não é?
Minha ironia cansa até a mim mesma às vezes.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Claustrophobia//caffeine

Meu cantinho: Me inspirei num dos meus ataques de claustrofobia.

sério. Cafeína sempre em salva de tudo.


xoxo

Jheii b.

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Cinza. Escuro. Era o fim.

Um suspiro longo. O ar não lhe chega mais ao pulmão.

As paredes parecem cada vez mais próximas, e a porta está cada vez mais longe.

Ele fecha seus olhos, tentando encontrar a calma, mas o barulho das pessoas conversando e rindo não lhe ajudam.

Ele puxa seus fones de ouvido e um livro qualquer.

Quando esta se acalmando, vem alguém e lê tira do seu espaço.

Sua respiração fica entrecortada novamente.

Seus olhos mostram desespero.

A música em seu ouvido não é o bastante para lê acalmar.

As paredes cinza estão mais próximas.

Ele sente seu estômago embrulhando. Num ultimo gesto de esperança, senta-se abraçado aos joelhos.

Em seu suposto ultimo suspiro, o sinal estridente toca, anunciando o intervalo. Pega suas coisas apressadamente, deixando para trás todas as risadas.

Senta-se em seu lugar habitual, com seu livro e seus fones. As pessoas o olham com curiosidade, talvez preocupação. Ele trata de dar um sorriso, mas totalmente fracassado, denunciado pela respiração fraca.

Ele não percebeu o tempo passar, logo outro sinal anuncio o começo de uma nova tortura.

Ele chega sem animo a próxima sala cinza. Seu lugar não está mais vago. Ele larga seu material em qualquer canto.

Ele espera o desmaio por falta de oxigênio. Então algo parece salva-lo.

O cheiro da cafeína afeta seu sistema respiratório com força, fazendo-o respirar com calma.

Assim que o primeiro gole daquela bebida lê chega ao seu interior, o ar volta a passar normalmente por si. As paredes cinza voltaram ao lugar.

Seus olhos não demonstram mais desespero e sim curiosidade.

Ele voltou ao normal, finalmente.

A Cafeína sempre lhe salvava.

domingo, 22 de novembro de 2009

About Vanessa

Me chamo Vanessa, Vanessa Dal Monte Silva e odeio meu último sobrenome. Não só meu último sobrenome como toda e qualquer coisa que indique que tenho nacionalidade brasileira. Insisto em dizer que sou apenas gaúcha e algum dia serei britânica ou canadense. Tenho 16 anos mas, de acordo com meu colegas, pareço ter 14. Eles também dizem que sou estranha, autista e psicopata. Mas eles não merecem ser levados muito a sério, então... Tirem suas próprias conclusões.
Dou valor para as coisas pequenas e encontro a felicidade nas coisas mais banais. Sonho alto, muito alto, mas também tenho muita, muita força de vontade. A palavra "impossível" não existe no meu dicionário. É, eu sou muito, MUITO otimista.
Sou viciada em música, contrabaixo, café, desenhar, friends, qualquer coisa contendo amendoim ou cereal, fotografia, escrever, ler, simple plan e ficção cinetífica.
Enjoo fácil das coisas, me irrito facilmente, tenho uma risada escandalosa demais, sou lerda, besta, faço piada sobre TUDO, antipatizo com facilidade, sou muito crítica, perfeccionista, presto atenção em todos os detalhes, sou estabanada e inconstante.
E ah, eu tenho um sério problema com paixões platônicas e não sei amar. Mas eu juro que sou legal! :)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

minha vez.



My name is Carol. -q
Gaúcha, anã [não anã, mas um metro e cinqueta e um é deprimente]
óculos -.- e miseros 15 anos. Muito fora do padrão. não sei me definir. eu mudo a cada dois minutos, a essência permanece. claro. Gosto de fazer as pessoas rirem. [/jheine é prova viva disso]. Valorizo coisas bobas, adoro fotos, e quero ser designer. tá. não tenho muito o que dizer sobre mim.mais uma mera mortal adolescente. bjbj

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

About: Jheii B.

Pois bem gente. O Blog ta crescendo. Agora teremos cinco pessoas postando.
Espero que o blog não fique mais tanto tempo sem postagem.
Queria poder falar um pouco de cada uma, mas acho que quem faria isso melhor seriam elas mesmas.
Eu como dona do blog, vou ser a primeira.

Meu nome é Jheine, mas prefiro que em chamem de Jheii.
Estou no auge dos meus 15 aninhos.
Sou gaúcha. Estudo na merda de um colégio Técnico. Tenho os melhores amigos do Mundo.
Tive muitos dias perfeitos esse ano, mas também aconteceram coisas bem ruins, não vou citá-las. Pelos textos da pra saber o que é.
Sou uma pessoa com grande tendência a depressão.
Sou falsa, cínica, e minto muito bem, obrigada.
Não tenho muita paciência. Me estresso fácil, e amo provocar quem me odeia.
Ignoro muita coisa pra não me estressar. Passo mais tempo no computador, do que na rua.
Sei ser uma vadia, mas também sei amar. Ah se sei.
Me apego fácil, mas também esqueço fácil. Salvo suas exceções.
Paixão é diferente de amor.
Posso te odiar hoje, mas ser tua melhor amiga amanha.
Posso estar chorando agora, mas depois vou sorrir.
Nem tudo o que digo é mentira.
Nem sempre tudo que eu falo é falso.
Nem todo sorriso é cínico.
Sem mais.


É isso.
Vou pedir para cada pessoa fazer um texto falando de si.


Até mais.
Beiijos
Jheii b.

Inertia.

Meu cantinho:
Pois bem. Antes de falar sobre a equipe, vai mais um texto.
Bem depressivo.
Escutem a música: Hatten-Inferno Pessoal quando tiverem lendo. faz mais sentido.
Sem mais.

Beiijos.
Jheii b.
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Voltei aonde eu não queria. Ao lugar que eu estava antes de você.

Queria poder começar tudo de novo. Mas parece que sempre tenho que voltar pra cá. Pro meu inferno pessoal.

Queria poder aproveitar todas as chances que eu tenho de ser feliz, mas parece que nada me traz o prazer de antes. Nada me faz sorrir como antes.

Antes achava a inércia normal. Hoje não mais. Sinto falta dos abraços longos e dos beijos apaixonados.

Ainda tenho a esperança que tu vai me ligar para marcar onde vamos no fim de semana.

Mas eu sei que não vai ser assim.

Não sei mais como agir quando chega a hora que tu me ligava, todos os dias.

Fico perto do telefone, esperando ele tocar, só para poder ouvir tua voz sonolenta do outro lado reclamando do dia chato.

Mas, não quero mais interferir na tua vida.

Minha obsessão eu guardo para mim. Não mude teus pensamentos por mim. Não deixe de viver pela minha vida perdida.

E parece que quanto mais o tempo passa, mais eu gosto de ti.


Por Jheii B.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

I don't love you, like I did,yesterday

Nosso Cantinho: Pois bem. Mais um Pessoa No blog. agora não são mais duas pessoas. Agora é uma equipe.

Jheii B.: Criadora, Primeira Dona, Mãe do Blog digamos assim.

Gabii W.: Segunda pessoa a começar a postar. Hiperativa, otima escritora.

Carol S.: Textos otimos. Novo membro da equipe.

Esse texto foi escrito pela Carol s. Eu só complementei ele.

xoxo.

Jheii B.

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Um dia como outro qualquer. Ela acordou. Vestiu qualquer roupa e saiu. Estava meio nublado, um pouco frio. Melhor que calor, com certeza. Mais um dia de aula. Estudar, entediante. Sair da escola finalmente poder ir pra casa, tudo que ela queria. Sim, ele a esperava. Com aquele sorriso que deixa ela feliz. Era o fim de tudo. Não era maldade dele, mesmo parecendo. No meio de lagrimas que se combinava com lagrimas dele. Em meio a um abraço e um beijo irônico. Ela desejava estar num pesadelo, sim, a todo o momento. Ou que ele simplesmente visse que ela era o que ele precisava. Garotas sofrem, e por incrível que pareça garotos também. Se sentia idiota, uma trouxa. Mas por trás disso, ela o ama. Amores não correspondidos, clássico não? Mas absolutamente nunca deixarão de ser sofridos. Talvez ela merecesse por ser tão má. Mas pode ter certeza, garotas más não desistem.
Se desistisse agora provaria que era fraca, que não valeu a pena ele lutar por ela.
E ah, ela sabe que valeu. Sabe que cada palavra de discórdia valeu a pena, sabendo que o teve, nem que tenha sido por pouco mais de um mês.
Talvez, mais cedo, ela tenha sentido raiva dele. Raiva de amá-lo, raiva de ter confiado-o seu maior bem. Seu coração. E ele simplesmente ferrar tudo.
Mas agora, não. Ela não odeia ele. Ela não sete raiva. Ela o ama. Ela quer beijá-lo e falar coisas idiotas ao pé do ouvido. Ela quer esse mês de volta.
Agora ela espera o bom senso dele. Espera que ele lembre desse mês. Por que, pra ela, esse mês valeu o ano inteiro.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Rain

Aquilo não devia estar acontecendo comigo. O que eu mais queria naquela hora era que uma alma bondosa aparecesse na minha frente com um guarda-chuva.
Mas ninguem apareceu. E eu fiquei ali, prestes a desabar no chão, junto com a agua que caia do céu. Até observei alguns casais de namorados passando correndo e rindo, enfim felizes. E me lembrei que eu estava parada no meio da rua encolhida e ensopada, querendo estar em casa com uma pessoa que me fizesse me sentir melhor, que eu pudesse me encostar em seu ombro e desabafar.
Naquela situação constrangedora eu tive umas recordações, de quando ele estava ao meu lado, e quando a gente não tinha pra onde ir, e ficava andando assim pela chuva. a gente so queria um lugar livre, que estivessemos sozinhos, e o resto do mundo não nos importava.
Meus pensamentos foram sacudidos por uma voz reconheçida
- Ei, porque eu sempre tenho que te salvar? - Em meio a chuva, vi um rosto conheçido, correndo na minha direção que eu estava pensando antes. Eu não consegui resistir, meu coração ainda estava em parte com ele
- Vem, sai dessa chuva. - Ele me puxou pra de baixo do guarda chuva, e eu estremeci quando minha pele tocou a dele.
É, como num conto de fadas, o principe sempre vem salvar a mocinha, mas não em uma situação constrangedora, e não tem um final feliz.

By Gabriela W.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Mesma Sintonia.

Mesmo que você não esteja me segurando nos braços, mesmo que nós dois não estejamos na mesma sintonia, talvez em alguma noite estaremos olhando pra mesma estrela. A que mais se destacava no céu, a que mais brilhava. Eu estaria fazendo um pedido, pra eu ser a razão de o seu coração pulsar mais forte, de eu ser o motivo de o seu sorriso se alargar toda vez que me visse. Ou eu apenas estivesse olhando pra estrela, com meu olhar distante e angustiado, que você me faz passar. Assim, eu sei que quando eu estiver olhando pro céu, eu estarei debaixo do mesmo céu dele, e é a unica coisa que eu terei. Nem um olhar em sintonia com o meu eu não terei. Mas um dia, nossos pensamentos se focaram pra uma estrela. a mesma que um dia nos encontrará.

By Gabriela W.

domingo, 8 de novembro de 2009

Just look at me now.

Meu cantinho:
Pois bem. Texto totalmente fictício.
Sei lá. Só deu vontade de escrever sobre isso. Nada que me defina.rs
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Faltava dez para as duas da manha. Ela termina de se vestir.
Seus olhos verdes contornados por um maquiagem escura. O tênis all star é deixado de lado, substituído pela sandália alta. Ela pega sua bolsa onde cabe apenas o celular e sua maquina digital.
Uma ultima olhada no espelho. Então ela olha em seus próprios olhos. É tudo tão falso.
A roupa justa e decotada é totalmente o oposto dela. A maquiagem escura é a única coisa que realmente a descreve. A vontade dela agora é quebrar o espelho com seus próprios punhos.
Tudo tão plástico. Tudo tão falso.
Ela olha então as fotos grudadas no espelho. Ela sempre com um sorriso nos lábios bem pintados por um gloss de uma marca conhecida. Ela é tão plástica. As pessoas a volta dela demonstram felicidade também, mas é verdadeiro. Elas têm um brilho no olhar. Um brilho inocente.
Ela é despertada de seus devaneios pelo seu celular tocando irritantemente em cima da cama.
No visor o nome de alguém que supostamente lê traz felicidade.
Ela sorri, mas não é de felicidade. É trágico seu sorriso.
Atende o celular com uma ‘Já estou descendo’.
O caminho de seu quarto até a porta é curto. Ela tem pouco tempo para botar mais uma vez o sorriso no rosto.
Quando chega a porta, ele lê da um selinho e a puxa pela cintura para o carro.
Ela já esta com o sorriso nos lábios.



Por J.boardmann

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

She's such a rush...

Meu cantinho:
Antes de tudo, baixem essa música. Sempre que escuta ela, me lembro da Gabys
Metro Station- True to Me.
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Ela é demais, ela abala. Ela é escandalosa, ela é hiperativa. Ela me inspira, ela me acalma. Ela é tudo, ela é nada.
Ela supera. Ela ri alto, ela chora escondido. Ela agüenta muita coisa, mas não esquece dos amigos. Ela é linda, ela seduz.
Ela me mostra o lado divertido, ela me encanta.
Ela é minha cor, num dia preto e branco.
Ela é minha, ela de todo mundo.
Ela é do Mentiras.
Bem vinda Gabriela W.
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Agora teremos mais uma pessoa postando. Gabys, meu amor, se sinta em casa-q


Jheii B.

domingo, 25 de outubro de 2009

Eu só não queria dizer adeus...

Meu cantinho:
Texto baseado num pequeno dialogo com... Ele.
Sem mais. Boa leitura.

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Eu escutei a risada dele. Fechei os olhos, lembrando quando essa risada era direcionada a mim.
Abri os olhos lentamente, olhando para luz, disfarçando lagrimas.
Uma simples cruzada de olhares. Um olhar de pena, por parte dele. Baixei os olhos, demonstrando fraqueza. ‘Você ganhou de novo’
Peguei meus sapatos, e rumei à rua. Não me importava o horário. Eu iria para casa sozinha. Não era perto, mas quem liga? Solidão sempre é bom para pensar.
Já estava no segundo lance de escada quando ouço a porta abrir. Não olhei para traz. Não importa quem fosse não me faria ficar.
‘Espera’. A voz já bem conhecida por mim, alterada pela bebida.
Eu não olhei para traz. Não queria demonstrar fraqueza de novo.
‘Onde tu vais? Está chovendo e é tarde.’. ele, sempre cuidadoso em relação as palavras.
‘Eu não em importo, ninguém se importa. Adeus’. Eu não podia virar. Ele não podia me ver assim.
‘Muita gente se importa. E tu sabes disso’. Ele estava mais próximo, pude sentir seu perfume.
‘Eu sei?’ Disse, mordendo o lábio, para não demonstrar voz amargurada.
‘Deveria. Vem entra, não fique aqui fora no frio. ’Ele, já encostando sua mão quente em meu ombro frio.
‘Eu gosto de frio, Me... ’ Ele me interrompeu.
‘Me faz sentir viva. Eu sei. Entra, por favor. Tua pele ta fria. Tu vai acabar ficando doente.’ Agora ele já quase me puxava.
‘Por que tu vieste?’ Olhei pelo canto do olho, vendo o com semblante baixo. Triste.
‘É uma Festa. Bebida,amigos. Felicidade.’ A ultima palavra soou com ar de ironia.
‘Não na festa, atrás de mim. Agora.’ Me virei para ele. Meus olhos chorosos demonstravam falsa felicidade agora.
‘Não queria que tu fosses sozinha, vim te impedir’ Ele, cabisbaixo. Palavras saindo como um sussurro.
‘Vai ser preciso mais do que palavras para me impedir.’ Minha voz saiu em tom de desafio.
Ele ficou quieto.
‘Posso te fazer uma pergunta?’
Ele apenas assentiu.
‘Tu não me amas mais?’
‘Por favor, não me faz essa pergunta.’ Ele não olhou para mim.
‘Eu te fiz uma pergunta. Responde, por favor. ’ Minha voz agora fria.
Ele ficou em silencio durante longos segundos. Para mim parecia mais horas.
‘Adeus. ’ Virei me.





‘I gave you my heart and that's all I can give you, and if that's not enough, then I'm not enough.’
[one tree hill]

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

I Just Wanna Say Sorry.

Meu cantinho:

Pois bem. Texto fictício. Nenhuma musica em especial. Meio que baseado num sonho. mas só a ideia inicial da praia e do encontro.

Boa leitura.


XoXo,J.boardmann

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Eu estava numa cidadezinha de praia, mas era inverno. As ruas estavam abandonadas, e tinha um vento forte. Estava caminhando pelas dunas, sempre odiei isso, eu sempre acabava caindo. Nessa praia não foi diferente. Mas quando eu cai, Ele estava lá, me ajudando a levantar. Ele sorria, o cabelo estava mais bagunçado que o normal, eu ri baixo disso. Tinha muitas perguntas. O porquê de ele ter ido. Por que ter me largado do nada. Veio o abraço então. Sua pele estava fria, mais que o normal. Olheiras adornavam seus olhos. Vieram as respostas que eu esperava. Nenhuma me agradou.

Ele contou-me me que estava doente, que não sobreviveria. Que não queria me fazer sofrer. Pediu-me desculpa. Eu apenas sorri. O mesmo sorriso bobo que eu dava quando me abraçava pela cintura e tentava me derrubar.

Meu sorriso se foi quando as palavras anteriormente ditas fizeram sentido. Ele estava morrendo. Não tinha mais nada pra ser feito.

Eu cai de novo. Mas dessa vez ele sentou-se ao meu lado. Com o mesmo sorriso de antes. Ele estava forte, pronto para enfrentar sua ida. Eu estava caindo, ficando vazia de novo.

Ele me abraçou, e mesmo estando com a pele fria, seu abraço foi quente. Seu abraço me salvou. Coisa que eu não tinha poder de fazer. Salva-lo.

Ele deitou-me em seu peito. Fiquei aproveitando o som das fracas batidas de seu coração. Ele mexia em meu cabelo. Nenhuma palavra mais foi dita. Não precisa ser.

Ele depositou um beijo fraco em minha testa, seu coração estava parando. E eu não podia fazer nada. Eu estava perdendo minha razão.

Ele levantou meu rosto, o suficiente para olhar me aos olhos.

Sussurrou um fraco ‘eu te amo’. Beijou-me os lábios. Era mais um leve toque do que um beijo de verdade. Seu coração falhou. Nenhum som mais era escutado por mim. Tudo se fora. Eu continuava caindo.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

I guess I'll go home now

Meu Cantinho:
Antes de mais nada. Baixem a música Remebering Sunday-All time low.

x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x
Mais uma vez. O relógio desperta cedo. Os sapatos gastos ao lado da cama breve serão calçados. O blusão com furos nas mangas será trocado por uma blusa social. Calça skkiny, casaco para o frio. Ela está pronta. E já São 5:30 AM. Mais 10 minutos e seu ônibus passara. São três minutos até descer as escadas. Ela Mora no Terceiro Andar. Passa pelo porteiro recém acordado, ignorando seu bom dia com os fones de ouvido.
Na calçada irregular, ela tropeçou. Sua bolsa caiu, fazendo todas as coisas dentro dela caírem também. Ela vai perder seu ônibus.
A brisa do inverno frio faz suas bochechas ficarem vermelha. Ela ficaria com um rosto infantil. Se não fosse pelas olheiras que adornam seu rosto, denunciando as doses de vodka da noite anterior.
Hoje é terça feira. Domingo ele se foi. Segunda ela desmaiou, depois da vodka.
Ele a deixou depois do café. Preto sem açúcar. Favorito dele. Odiado por ela.
O sorriso no rosto dele sempre fora malicioso. Naquela manha estava com um sorriso sádico. O mesmo sorriso do dia em que ela o encontrou depois de uma overdose de calmantes.
Ela era sua salvação. O seu melhor. Ele a trancava, mas ela não o abandonava. E ele se tornou o melhor dela. Se tornou a única razão. E Ele então viu que era melhor procurar seu caminho. Sem ela.
Ela tinha planos. Alguém com quem compartilhar o pequeno apartamento no terceiro andar. Ele queria ser alguém. Pra ela, ele sempre fora alguém.
Ele dizia ama – lá, mesmo não acreditando no amor. Ela o chamava de mentiroso. Era impossível não perceber as pernas levemente tremulas que ele tentava esconder.
Já era 5:53. AM. Levantando do chão. Limpado seu joelhos, então ela percebeu. Ela ainda usava a pulseira qual ele tinha prado para ela. Três meses atrás. Então ela gritou.
As pessoas recém acordadas em seus apartamentos não se importaram. Aquele bairro nunca fora sinônimo de segurança.
As lagrimas caiam. Não era tristeza. Era saudade. Mas ele a ignorava. Ela ligava, ele não atendia. Mandou um amigo entregar todas as coisas dela, deixando com o porteiro.
Ele se mudou. Os vizinhos disseram que domingo ele entregou a chave. Outros disseram que ele voltara para sua cidade.
A chuva então começou. Sua maquiagem já borrada pelas lagrimas, então escorreram pelo longo das suas bochechas. A chuva sempre significou algo mais pra ela. A chuva sempre a deixou bem. Hoje não. A chuva lê fazia mal. Lê deixava triste. Eles sempre saiam na chuva pra caminhar.
Então ela chegou ao seu trabalho. Seus colegas não se importaram. Chegou a sua mesa. Nela tinha algo diferente. Um envelope.
Ela reconheceu o perfume. Ele.
Em letras já conhecidas por ela. Letras forçadas que quase rasgaram o papel.
‘Me desculpe. Eu não vou voltar. Me esqueça. Eu fiz algo que você nunca ira me perdoar. Eu não posso falar. Mas você já esperava isso de mim. Desculpa ser insensível. Será mais fácil me esquecer sendo assim. Não queria te deixar. Você foi minha salvação.
Deve estar chovendo. Ao menos estava quando eu sai daí. Ela esta lavando todas as nossas lembranças juntos. Eu estou bem hoje. E foi você que me fez ficar assim. Mas você não está bem. Desculpe te largar.
Eu te amo. Mesmo não acreditando no amor.’


Ela então correu para a janela. A Tempo de vê-lo entrar num táxi. Ele olhava para ela. Ele estava com o sorriso malicioso.
E ela voltou para casa.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

End.

Meu namorado acabou comigo. Simples assim. Do nada, e por nada.
Eu deveria estar mal. Deveria estar chorando e me afogando num pote de sorvete. Ta, eu estou me afogando num pote de sorvete. E eu estou mal. Muito mal.
Ele não tinha motivo. Não tinha mesmo. Eu era perfeita pra ele. Mais do que perfeita. Nós nos completávamos. Eu realmente amava ele. Mas que porra mesmo.
Eu não trai ele nenhuma vez. Tirando aquela que eu estava bêbada. E que eu confundi ele com outra pessoa. Mas tirando isso, eu nunca trai ele. Eu Juro.
Preciso de cafeína. E mudar de música.
O difícil vai ser entregar todas as coisas que ele me deu nesses longos três anos. O mais difícil vai ser entregar a aliança de compromisso, pra ver ela ir parar no dedo de outra guria.
Eu devo ter errado em alguma coisa. Eu sempre surpreendia ele com alguma coisa. Sempre tinha alguma coisa nova.
O mais incrível é que eu quero te odiar. Que arrancar esse maldito piercing da tua língua e te ver sangrar até a morte. Mas também que te ter de volta nos meus braços. Quero poder te beijar, sentir teu cheiro. Quero você aqui.

The First Time.

E mais uma xícara de café está acabando. E eu estou recém nas primeiras linhas de um texto catastrófico. Primeiras linhas de algo que se pode dizer que é plagio de uma música de umas das bandas da playlist do meu celular. Isso é algo incrível. Como uma musica pode ser base pra tudo.

Uma música que fala sobre crescer. É assim que me sinto. Crescendo, sem ter uma opção.

Mas esse texto não é sobre crescer.

Vamos brincar de escrever livros.

Eu escrevo um livro sobre minha vida inútil, só mudando nomes.

Escrevendo minha realidade infeliz, pra fazer algumas pessoas entenderem meu lado.

Existem maneiras melhores de fazer isso. Mas isso não importa, não agora.

Minha historia pode começar por essa xícara de café. Cafeína me ajuda a pensar. Me deixa alerta,alegre, me faz pensar em muitas coisas ao mesmo tempo.

É bom, mas é ruim. Me faz pensar em coisas que eu já teoricamente esqueci. Me faz lembrar de pessoas.

Isso não é algo que me agrade. Pensar em tudo nunca é bom. Te faz recordar coisas que faz teu coração ficar apertado. E é assim que meu coração está. Apertado, doente.

Sinto algo mais que uma dorzinha no peito que vai passar ao fim dessa canção. É algo pra sempre. Meu amor por ti acabou. Meu desejo pela tua maldita boca vermelha não existe mais. Teu cabelo bagunçado caindo levemente por cima do teu rayban wayfarer não me deixa mais angustiada. Esse texto não é sobre tuas manias que me provocavam.

Tu não és mais necessário em minha vida.
Minha xícara de café acabou. A Música também.
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Meu Momento:
Tava escutando Forever The Sickest Kids- Coffe Break [click para baixar] quando fiz esse texto.